segunda-feira, 19 de maio de 2014

Sobre barriga e afins... (22 semanas)


Desculpem o atraso na foto da barriga, mas é que os últimos dias têm sido um tanto quanto corridos, pois a vida de mãe contemporânea já se incorporou à minha rotina. Até o início de junho preciso organizar o Chá de Fraldas, terminar o quarto da Maria, entregar meu projeto do trabalho de conclusão da pós-graduação e o trabalho de uma disciplina que estou cursando, tudo isso sem deixar de ser dona de casa, profissional, esposa, filha, amiga etc. Sim, esse desdobramento de papéis começa antes mesmo de o bebê nascer, pois a vida já muda de agora.

Na foto, que foi tirada ainda com 21 semanas (completei 22 no último sábado) já dá pra ver perfeitamente o quanto essa criaturinha cresceu. E é mais rápido do que se pode imaginar, pois aí já está pequena em comparação ao que está hoje. Junto com esse crescimento veio também os primeiros quilos a mais. Aqueles que começam a acender o sinal de alerta. Em um mês eu engordei quase 5 kg, que são exatamente o meu saldo para o tempo de gestação que estou. É verdade que eles apareceram bem tarde, pois até os 4 meses eu estava mantendo apenas 1 kg a mais do meu peso anterior à gravidez. Mas como também dá pra perceber, eu não estou gorda, é a barriga que está enorme. Não me sinto pesada, nem cansada, e as roupas continuam do mesmo jeito. Meus braços continuam finos e o rosto também não mudou. Fiquei me perguntando se esse bucho não está maior que o normal para 5 meses e, conversando com algumas pessoas (inclusive com quem já é mãe), todas concordaram comigo. Não sei se é líquido amniótico ou a bonita que é grande, mas que está fora do tamanho padrão, está. Mas não me incomoda. Muito pelo contrário. Estou achando o máximo esse barrigão, apesar das limitações que ele começa a me dar. Sempre achei super sem graça grávida com barriga muito pequena que parece que engoliu um caroço de manga. Hehehehe...

Antes, eu tinha a sensação de que quando engravidasse teria o barrigão, até porque eu já tinha um buchinho sem vergonha contra o qual eu luto há anos. E por conta disso, o meu medo era que a barriga da gravidez fosse mole, com mais gordura do que bebê. Mas graças a Deus, fui maravilhosamente surpreendida por um bucho duro e bem esticado. O lado chato é que preciso cuidar três vezes mais pra não ter estrias, e meu umbigo, que sempre foi pequeno e raso, já está ficando rente e sinto que ele vai sair, mesmo eu não querendo. E segundo minha mãe bem lembrou, apesar de já ter uma barriguinha, ela era rígida, pois eu fazia ballet há 8 anos e ultimamente estava fazendo treinamento funcional. Ok. Nem era tão sem vergonha assim, né?

E Maria Eduarda continua mexendo loucamente todos os dias e nos mesmos horários. Às vezes penso que ela não chuta, ela pula! É estranhamente gostoso.

Um comentário:

Marcos disse...

é isso aí sobrinha,fique de olha na pressão arterial e sua alimentação. No mais tudo normalíssimo