Nunca fui muito religiosa, nem acredito em reencarnação ou coisa do tipo. Mas sempre achei que nada é por acaso e que tem coisas realmente sem explicação racional/científica.
Eu devia ter uns 12 anos quando decidi que um dia teria uma filha chamada Maria Eduarda. A ideia me veio depois de ver em algumas novelas personagens com esse nome. Sempre eram mulheres bonitas, de personalidade forte, independentes e protagonistas de suas vidas. Pronto. Encasquetei. Depois disso, durante toda a minha vida até hoje, tive vários sonhos em que tinha uma filha e ela estava sempre lá. Aparecia sempre com a mesma carinha e, claro, o mesmo nome. Em conversas sobre isso com as pessoas, sempre que eu me referia a ela, meu olho enchia d'água. Não conseguia entender por que tanta emoção.
Essa ideia fixa de um dia ter uma filha e o tanto que eu falava dela acabaram contagiando as pessoas mais próximas a mim. Minhas amigas já se referiam à Duda como a filha da Manu que cedo ou tarde chegaria. Minha família do mesmo jeito. Acho que para eles era mais como uma simples vontade minha, enquanto que pra mim era meu maior sonho. E no fundo, algo sempre me dizia que era apenas uma questão de tempo e sorte. E a sorte realmente sorriu pra mim. Engravidei casada com o homem que me faz uma mulher plenamente feliz, aos 30 anos como eu queria, com previsão pra nascer em setembro (no nosso mês: meu e do Breno) e é uma menina. Minha menina.
Esses dias, pensando nisso, em como tudo aconteceu exatamente como eu quis, a única conclusão a que chego é que Maria Eduarda sempre existiu em algum lugar e estava até agora só esperando a hora da gente se encontrar. Quando eu sonhava com ela, era uma forma da gente já ir se conhecendo e de eu já ir me familiarizando com o rostinho dela e tendo a certeza de que um dia ela chegaria.
Hoje eu creio que ela foi feita mesmo pra mim. Pra eu cuidar dela e fazer dela uma mulher forte, independente e protagonista da sua vida como eu tanto imaginei. Não sei se ela vai ter mesmo aquele rosto que tantas vezes eu visualizei nos meus sonhos, mas ela vai chegar finalmente. A espera já está terminando e a gente vai se ver, se cheirar, se abraçar, cuidar uma da outra, fazer a outra ainda mais feliz e completa. Até que enfim vamos curtir esse amor que já existe desde o início da minha existência.
Falta pouco, filhota!!
quarta-feira, 30 de julho de 2014
sexta-feira, 18 de julho de 2014
30 semanas
Estou devendo esse post há semanas, mas é que a preguiça dos primeiros meses já voltou. A barriga já virou barrigão e Maria não para de mexer. É uma sensação que no início eu demorei pra acostumar e a ficha demorou pra cair. Mas depois eu comecei a entender que toda essa inquietação era a minha filha no auge do começo da sua vida. Sim. Isso é sinal de vida, de saúde, de alegria...
E ela mexe, meus amigos. Como mexe! Desde os 4 meses que eu sinto e com o tempo essa movimentação só aumentou. E o mais incrível é que não precisa nem pegar pra sentir. Dá pra ver a barriga toda se tremendo e mudando de formato à medida que ela se locomove.
No dia 30 de junho, fizemos uma ultrassom e ela ainda tem muito líquido e espaço para nadar, apesar de já ter 39 cm e pesar mais de 1,2kg. Claro que hoje ela já deve estar maior e, principalmente, mais gorda. Porque mais do que crescer, ela vai engordar muito até o nascimento. Vai dobrar de peso a cabrita.
O mais legal dessa US foi que a médica nos deu um presentão mostrando o rostinho da Duda em 4D! Deu pra ver direitinho o desenho da boca, do nariz e o tamanho das bochechas. E claro: ela fez pose de novo e colocou a mãozinha no queixo. Uma comédia.
Neste último mês, ainda aproveitei muito para ir aos jogos da Copa e viajar. Também fui a festas com direito a usar salto alto e tudo mais. E foi tudo ótimo. Apesar do peso, tive pique e disposição para andar e dançar. Duda já está se acostumando com o ritmo dos pais e da família. Tem que ser assim. Talvez por isso ela seja tão agitada. Mas como eu costumo dizer, criança tem que ser danada. Menino quieto demais parece que está doente. Hehueheueh...
Alguns registros de #DudanaCopa:
O mais engraçado disso é sempre ver e ouvir o espanto das pessoas quando me veem indo para todo canto, viajando, curtindo e fazendo tudo o que eu faria se eu não estivesse grávida. A vontade é de sempre responder: "Eu estou grávida, e não doente."
E agora a barriga de 7 meses e meio:
E finalmente começa a contagem regressiva. Passou rápido. Faltam dois meses pra Duda chegar. E o que são dois meses pra quem já está quase fazendo oito? Nada! Entro nos primeiros 10 dias no dia 14 de setembro e pelo tanto de vida e movimento que eu sinto aqui dentro, acho que ela vai chegar logo logo. Não antes do tempo, mas também acho que não vai até o final das 40 semanas nem a pau.
E ela mexe, meus amigos. Como mexe! Desde os 4 meses que eu sinto e com o tempo essa movimentação só aumentou. E o mais incrível é que não precisa nem pegar pra sentir. Dá pra ver a barriga toda se tremendo e mudando de formato à medida que ela se locomove.
No dia 30 de junho, fizemos uma ultrassom e ela ainda tem muito líquido e espaço para nadar, apesar de já ter 39 cm e pesar mais de 1,2kg. Claro que hoje ela já deve estar maior e, principalmente, mais gorda. Porque mais do que crescer, ela vai engordar muito até o nascimento. Vai dobrar de peso a cabrita.
O mais legal dessa US foi que a médica nos deu um presentão mostrando o rostinho da Duda em 4D! Deu pra ver direitinho o desenho da boca, do nariz e o tamanho das bochechas. E claro: ela fez pose de novo e colocou a mãozinha no queixo. Uma comédia.
Já no porta-retrato que a vovó deu pra registrar minha primeira foto oficial.
Neste último mês, ainda aproveitei muito para ir aos jogos da Copa e viajar. Também fui a festas com direito a usar salto alto e tudo mais. E foi tudo ótimo. Apesar do peso, tive pique e disposição para andar e dançar. Duda já está se acostumando com o ritmo dos pais e da família. Tem que ser assim. Talvez por isso ela seja tão agitada. Mas como eu costumo dizer, criança tem que ser danada. Menino quieto demais parece que está doente. Hehueheueh...
Alguns registros de #DudanaCopa:
O mais engraçado disso é sempre ver e ouvir o espanto das pessoas quando me veem indo para todo canto, viajando, curtindo e fazendo tudo o que eu faria se eu não estivesse grávida. A vontade é de sempre responder: "Eu estou grávida, e não doente."
E agora a barriga de 7 meses e meio:
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