domingo, 29 de junho de 2014

Chá de Fraldas



E no dia 07 de junho foi o Chá de Fraldas da Duda. Só fraldas sim, porque o resto eu comprei nos EUA. As duas semanas que antecederam foram bem corridas, mas apesar de toda a correria, eu estava muito feliz preparando tudo com um sorrido no rosto. E nem os estresses comuns que sempre acontecem nas organizações de eventos conseguiram me tirar a satisfação de fazer o primeiro grande evento da minha filhota. E é porque não faltou motivo pra eu me estressar.

O chá foi só mesmo para as pessoas mais próximas. Leia-se: melhores amigas e família. E elas estavam lá, em sua grande maioria, felizes por mim e torcendo pela chegada da bonita. Senti-me muito amada e linda, pois não faltaram elogios à minha barriga, que fiz questão de exibir cheia de orgulho. Só assim pra eu usar cropped. Hehehe...

As comidas estavam todas deliciosas e a decoração caprichada nas cores que eu quis: azul e lilás. Nunca vi (e muitas pessoas também disseram que estava super diferente) um chá de baby com essa combinação que, a priori, é tão improvável. Adoro fugir dos clichês. E mais ainda quando dá certo. Lembro que tive essa ideia por acaso quando, ao entrar no Google (no início da gravidez), busquei por "decoração chá de baby" e surgiram umas poucas fotos de festas com essas cores. Amei de cara. Nem prevalece o azul, ditada como cor de menino, e nem o lilás, que quando é usado em excesso fica brega e cansativo. Ficou uma mistura linda, feminina e doce.

Enfim, todo o cansaço e esforço valeram a pena. As brincadeiras foram superdivertidas, a maioria das pessoas também participou e achou ótimo. Todo o amor recebido foi devidamente direcionado à Maria Eduarda e eu senti direitinho que ela também ficou muito feliz!

Enquanto as mulheres estavam no chá, os homens estavam no bar. Logo que engravidei, o Breno bateu o pé e disse que dessa vez, ao contrário do Chá de Panela, ele queria participar e chamar os amigos. De cara eu aceitei, mas uma amiga me lembrou que fazendo separado, ganha-se o dobro de fraldas. Então, usando esse argumento, foi muito fácil convencer o marido! E realmente: fralda não vai faltar tão cedo! Graças a Deus! Obrigada de coração a todo mundo que ajudou.

No final, teve até discurso com direito a chororô de felicidade.








segunda-feira, 16 de junho de 2014

Muito melhor do que eu imaginava (26 semanas)

Seis meses. Dizem que este é o último mês de tranquilidade e coragem que temos. Que no último trimestre você não aguenta mais o peso, as dores e a ansiedade. Não sei. Mas me sinto muito bem até agora, tive pouquíssimos contratempos e complicação zero. O peso é maior, é verdade, mas nada que me tire o dinamismo e me priva de subir e descer os dois lances de escada que me levam para minha mesa de trabalho todos os dias úteis. Eu tenho a opção de ir de elevador, mas ainda não me entreguei. Além de fazer bem, ainda é desnecessário.

Dia desses pensei em todas as coisas que eu fiquei com medo de ter quando engravidasse, mas passaram longe. São elas:

- Espinhas
Quando parei de tomar o anticoncepcional, elas voltaram. Parecia que eu tinha 15 anos de novo. Uma merda. Sempre vi muita grávida com o rosto estragado, a pele grossa, áspera... Horrível. Morria de medo de ficar assim também, mas para minha surpresa, minha pele ficou foi muito melhor que antes. Deus é mais!

- Enjoos fortes e vômito
Eu sempre fui de enjoar fácil, daquelas que até deitar na rede já me deixa tonta. Vomitar então sempre foi a coisa mais simples do mundo. Nunca precisei colocar o dedo na garganta. Quando batia o mal-estar, vomitava em questão de minutos. Por isso eu já esperava que teria enjoo nos três primeiros meses e também esperei continuar com eles até o fim da gravidez. Eu enjoei sim, mas o amigo Dramin realmente fez efeito e eu não cheguei a vomitar nenhuma vezinha. E o melhor: os enjoos pararam com quatro meses.

- Peso
Eu consegui manter meu peso normal até os 4 meses, mas a caminho dos 5 eu engordei 4kg. Tá certo que ainda estou na média se considerar a gravidez toda até agora, mas não se pode engordar 4kg em um mês. Imagina como será nos outros? Mesmo assim, eu achei que engordaria mais e logo que a barriga crescesse de vez, eu já me sentiria gorda, inchada e pesada. Aparentemente nem parece que engordei nada, mas o cuidado agora está dobrado.

- Nariz de batata
Essa é uma das marcas mais comuns nas grávidas, mas que em mim ainda não apareceu. Porém, é cedo para cantar vitória. Sei que nos últimos dois meses tudo pode mudar.

- Ansiedade
Várias pessoas têm perguntado: "E aí? Tá ansiosa?" Não. Eu estou curtindo tanto esse barrigão e as novidades que ele vem me proporcionando todos os dias, que não tenho tido tempo para isso. Como postei recentemente, descobri que não sou uma pessoa ansiosa, e sim, até otimista e tranquila demais.

- Oscilações de humor
Só lembro de ter me sentindo triste, sensível e chorona no início da gravidez, durante uma semana. Juro que fora essa época, não tenho percebido nenhuma mudança brusca no meu humor. Meu relacionamento com o Breno anda até melhor do que antes e me sinto mais paciente com as pessoas. Por incrível que pareça, sinto uma calma e uma serenidade enormes. E isso é maravilhoso. Claro que na reta final da gestação isso também pode mudar. Mas agora, está tudo sob controle.

- Medo
Talvez por ser a filha mais velha, ter sido um pouco babá dos meus irmãos e ter participado da gravidez e do nascimento dos filhos de várias amigas, eu não tenho aquele medo e a insegurança que muitas mães de primeira viagem têm de não conseguir dar conta ou cuidar bem do bebê. Faz tempo que preciso procurar um curso de gestantes pra fazer e raramente me dou conta da "urgência" disso. E quando bate aquela dúvida de como vai ser, tenho a sensação convicta de que conseguirei fazer tudo da melhor forma, inclusive, no que diz respeito à criação e educação mais pra frente. Mas também sei que imprevistos acontecem e que na hora mesmo do "vamo ver" é que o bicho pega. Prometo começar esse curso o quanto antes, mas confesso que essa tranquilidade irá me ajudar muito a fazer tudo dar certo.

E agora, fiquem com meu buchão de 26 semanas:



Meu povo, como isso cresce, viu....

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Caprichos de mãe

Já que nós mães que carregamos o filho na barriga, sentimos as dores do parto, os enjoos, os desejos, todos os incômodos da gravidez, temos nossos corpos destruídos por estrias e quilos extras e ainda somos as mais cobradas quanto à educação das crianças, nada mais justo que termos nossos caprichos.

É por isso que tenho alguns que para os outros parecem arrogância ou chatice, mas que me são totalmente de direito. Um deles é a forma como vão chamar a Maria Eduarda. Eu sei, é um nome grande e a galera tem preguiça. Fora aquele povo que adora dar uma enfeitada, né? Bom, pra começar, eu nunca fui muito de diminutivos. Acho algo desnecessário e muitas vezes soa um pouco forçado, pra não dizer hipócrita. É como te chamar de 'querida'. Tem coisa mais falsa? Hehehe...

Pois bem, vamos aos meus caprichos. Ao chamar ou se referir à Maria Eduarda, evite os apelidos Eduardinha ou Mariazinha. Dudinha eu ainda consigo lidar, mas os outros nem pensar, ok? Evite também abreviar chamando apenas de Eduarda. Ao contrário do que a maioria acha, os nomes Eduardo e Maria Eduarda são TOTALMENTE DIFERENTES para mim. Sério. Nada a ver. O nome só é bonito mesmo porque tem o Maria, que é lindíssimo e consegue deixar qualquer nome fantástico. "Ah, Manu... Então por que você colocou Eduarda depois?" Simples. Porque dá um apelido que eu acho lindo, que é Duda. Não é feminino demais, nem princesinha demais e eu adoro isso. Mas se você quiser chamar só de Maria, fique à vontade. Eu mesma chamo muito assim.

Sim, sim... Um dia ela vai pra escola e eu não vou ter controle de como vão chamá-la. Mas até lá ainda falta tempo e eu não sou de sofrer por antecipação. Aguardemos.

Outro capricho que eu acho que todas as mães podem ter é de querer que o filho nasça parecido com ela. É muita sacanagem você passar por tudo aquilo e a criança vir a cópia do pai, não? Hueheueheuhe... Eu vejo um monte de mulher que quer porque quer que o filho pareça com o marido quando na verdade ele é a cara da mãe. Às vezes minha mente horrorosa pensa que é porque o menino não é do cara e ela quer forçar a barra. Huahauahauha! Eu avisei que minha mente é horrível! Tá, parei.

Já especulei comigo mesma o que minha intuição diz sobre a aparência da bonita e cheguei à conclusão de que ela vai ser uma grande mistura, mas vai ter algo muito marcante do Breno (acho que os olhos porque na família dele TODO MUNDO tem o mesmo olhinho apertado) que todos vão achá-la a cara dele. Mas sinto que a personalidade vai ser a minha pra eu ver o que é bom pra tosse. Hehehe... Se bem que eu já sonhei muito com ela, antes mesmo de engravidar, e em todos os sonhos ela tinha a mesma cara. Parecia minha irmã quando criança, só que mais branca e com os olhos mais claros. Veremos.

Por hoje é só! Logo logo vai rolar o Chá de Fraldas e eu vou encher esse blog de fotos.


Fui!